
O relato de mulheres que trabalham, estudam, namoram. Mas descobriram que ultrapassaram a linha que separa o uso de drogas da dependência.
Esqueça o velho estereótipo de que todo dependente tem a vida desregrada e coleciona passagens por clínicas de reabilitação. "Há usuários crônicos que trabalham, estudam, levam um dia-a-dia aparentemente normal", diz o coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), Ronaldo Laranjeira. A dependência se desenvolve em estágios. E apenas os casos mais graves e avançados necessitam de internação. "Só neste ano quase 1,1 mil pessoas iniciaram tratamento comigo na Unifesp apenas com terapia ou medicamentos."
Copyright © 2012, Editora Abril S.A. – Todos os direitos reservados