
O relato exclusivo da estudante Melanie Betancourt, que luta pela libertação da mãe, seqüestrada há seis anos pelas FARC
Ela não é religiosa, nem mesmo é ligada a alguma doutrina cristã. Mas todas as manhãs, enquanto caminha na movimentada Times Square, em Nova York, Estados Unidos, a estudante de cinema Melanie Delloye-Betancourt faz suas preces em voz baixa. Repete fervorosamente o nome da mãe, a ex-senadora franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) há quase seis anos. "Às vezes, choro sozinha em meu quarto. Mas quando lembro dos momentos legais que passei com ela levanto a cabeça. Sigo adiante lutando por ela e, conseqüentemente, por mim...", conta Melanie, em entrevista exclusiva para GLOSS.
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