
Conheça a rotina de quem mora longe dos pais
Elas dormem juntas, dividem a mesma cama. Não, não se trata de um casal de namoradas ou coisa do gênero. Amigas confidentes, mais que irmãs, as modelos Renata Kleim, 21 anos, e Bruna Freire, 18 anos, se sentem mais protegidas quando compartilham a cama de casal de um dos dois quartos do apartamento em que moram. Foi a forma que encontraram para driblar a saudade da família e, de alguma forma, reencontrar o aconchego do lar. Ambas saíram muito novas de cidades pequenas do interior para São Paulo, há quatro anos. Bruna tinha 14 e Renata, 17. Caíram de pára-quedas nos impessoais apartamentos das agências, onde dividiam o teto com até quinze meninas nas temporadas de desfiles. Há um ano, resolveram sair do tumulto e montar uma casa.
Hoje Bruna e Renata nem pensam em voltar a morar com os pais. Mas cortar as amarras familiares e passar a viver por conta própria foi uma decisão difícil até para elas, que não tinham outra saída senão se mudar para deslanchar na carreira. “No começo eu chorava muito. Ia para a casa dos meus pais e não queria sair de lá”, diz Bruna.
Quando o assunto é deixar o conforto da comidinha pronta a da roupa lavada, os dados são contraditórios. Enquanto alguns estudos mostram que a cada ano milhares de jovens se mudam porque precisam – para estudar ou arrumar um emprego –, outros revelam que, se pudessem, continuariam na vida mansa em família.
| VIVENDO SOZINHA | |
| 01.Longe de casa | 02. Vivendo sem os pais |
| 03. Morando sozinha | 04. Aspectos positivos |
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