
Na hora de contratar, as empresas valorizam cada vez mais quem tem formação fora do país. Com as "bolsas sanduíches", dá para sair do Brasil antes de ter diploma universitário
Currículo é aquela coisa, né? Você escreve lá que fez uns cursos básicos de línguas, enumera os seminários e palestras que acompanhou, destaca os estágios mais bombados, faz um textinho vendendo as suas qualidades e reza para alguma boa alma dos setores de recrutamento se compadecer do seu caso... Mas nesse mundo em que os departamentos de recursos humanos vivem afogados em pedidos de emprego, há algumas maneiras de sair em vantagem. A melhor delas - principalmente no caso das multinacionais - é ter estudado em boas universidades no exterior. E se você não tem um pai milionário que pode mandar você para fazer o curso superior em Harvard, uma boa é começar a pesquisar as "bolsas sanduíches", oficialmente chamadas de "bolsa mobilidade".
O número de "bolsas sanduíches" concedidas a estudantes brasileiros vem aumentando principalmente nos últimos quatro anos. Pode-se dizer que isso é uma reação às exigências de um mercado cada vez mais competitivo. Os destinos mais procurados pelas pessoas que se interessam por essa maneira de ganhar o mundo são: Estados Unidos, Dinamarca, Reino Unido e França. E a maioria dos que foram para esses países saíram de cursos como relações internacionais, direito, economia, administração e sociologia. Ficou interessada? Aproveite a boiada e dê uma garibada em seu currículo.
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